CORECON-MT

CORECON entrega Prêmio de Monografia 2009

O Conselho Regional de Economia realizou no dia 13 de agosto a entrega do IV Prêmio Mato Grosso de Monografia Acadêmica 2009 “Profº Carlos Gentiluomo”. O evento foi realizado no auditório da FAeCC, na Universidade Federal do Mato Grosso. Mais de 200 pessoas compareceram à cerimônia.

Após a entrega da premiação, ocorreu uma palestra com o Prof. Dr. Fernando Homem de Melo (ESALQ-USP) sobre o tema "A Crise Econômica Mundial e os Reflexos no Agronegócio".

Confira os premiados:


1º. Lugar
Desenvolvimento Rural e preservação ambiental: efeitos contraditórios da política ambiental sobre a economia familiar rural no Pantanal de Joselândia - MT.
Acadêmica: Regiane de Arruda Souza – (FE–UFMT).
Professor Orientador: Carlos Alberto Castro. 
Valor da Premiação: R$ 1.500,00 (1.495,09).
 
2º. Lugar
Analise do Potencial Agroindustrial dos Municípios Matogrossense de Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde.
Acadêmica: Elizangela Beckmann – (UNEMAT – Sinop).
Professor Orientador:  Ademir Machado de Oliveira.
Valor Premiação: R$ 1.000,00.

3º. Lugar
A Participação do Setor Industrial na Economia de Rondonópolis ( Mato Grosso) no período de 2000 a 2006.
Acadêmica: Thatiane de Oliveira Souza.
Professor Orientador: Fernando Tadeu de Miranda Borges.
Valor Premiação R$ 500,00.

4º. Lugar

A Ressocialização pelo Trabalho e a Redução dos Gastos do Estado com o detento: Um estudo da laborterapia, nas Penitenciarias de Cuiabá.
Acadêmica: Andrea Francisca Conceição Mendes.
Professor Orientador: Dr. Carlos Magno Mendes.
Premiação: Menção Honrosa.


Da esquerda para a direita: Prof. Dr. Carlos Magno, Prof. Msc. Gerson Rodrigues, acadêmica Elizângela Beckmann, conselheiro Moacy Lopes Suares, Prof. Dr. Fernando Homem de Melo, acadêmica Thatiane de Oliveira Souza, Prof. Dr. Fernando Tadeu, Prof. Dr. Silvano Pohl, conselheiro federal Pepeu Garcia, acadêmica Regiane de Arruda Souza, presidente do CORECON-MT Aurelino Levy.

 

Projeto que limita anuidades deve chegar ao Congresso neste mês

lupi-reuniaoO Projeto de Lei que define um teto para as anuidades cobradas pelos conselhos profissionais deverá chegar ao Congresso Nacional até o fim deste mês. A afirmação foi feita hoje (19) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, ao senador Osmar Dias (PDT/PR), em reunião com representantes de mais de 20 conselhos federais de profissões regulamentadas - e reiterada a estes mesmos representantes quando, mais tarde, reuniram-se com o ministro (foto).

Durante a audiência com o Fórum dos Conselhos Federais das Profissões Regulamentadas, o coordenador José Augusto Viana, em nome dos Conselhos, expôs as preocupações e os principais pontos do projeto. O senador paranaense telefonou imediatamente para o seu correligionário Carlos Lupi, Ministro do Trabalho e Emprego, quem informou que no máximo em dez dias o projeto deverá chegar ao Congresso Nacional. O senador se colocou à disposição para apresentar as emendas que possam aprimorar o projeto, assim que chegar ao Senado Federal.

Presidente da Câmara dos Deputados promete votação rápida do projeto

temer-levy.pngO grupo, formado por mais de dez presidentes de Conselhos (Aurelino Levy Dias de Campos, membro da Comissão de Gestão e Planejamento Estratégico, representou o COFECON), foi recebido ainda pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB/SP).

Após ouvir as argumentações do coordenador Augusto Viana, que pediu também uma tramitação rápida para o projeto, Temer sugeriu que todos os presidentes e representantes dos conselhos estejam presentes na presidência da Casa, junto com o ministro Carlos Lupi, em um grande ato político para a entrega formal do projeto quando a matéria aportar na Câmara.

Temer acenou ainda com a possibilidade de que na reunião estejam presentes todos os líderes partidários, a fim de que seja costurado um acordo político para que o projeto possa ir diretamente para a votação em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões permanentes da Casa.

Ministro do Trabalho promete agilidade

medeiros-levy-lupiDo gabinete de Michel Temer os representantes dos Conselhos dirigiram-se ao Ministério do Trabalho e Emprego, onde reuniram-se com o ministro Carlos Lupi e o secretário das relações de trabalho Luiz Antonio Medeiros. Eram tantos profissionais que mal cabiam na sala de reuniões.

Em seu discurso, Lupi reafirmou seu compromisso com a causa dos Conselhos o Projeto de Lei, prometeu celeridade nos trabalhos, destacou a eficiência do secretário Medeiros e disse que num prazo de sete a dez dias o PL chegará ao Congresso Nacional.

“Há um discurso elitista de que tudo deve ser feito de forma voluntária. Mas quem é que consegue fiscalizar sem ter recursos?” – perguntou o ministro. “Os Conselhos são importantes, porque são uma garantia à sociedade, que receberá um serviço de qualidade. É preciso fiscalizar, às vezes até punir seus pares, e sem recursos isto é totalmente impossível”.

Principais pontos do Projeto de Lei 

Os principais pontos do projeto, que ainda poderá ser modificado, são:

  • dispor sobre os valores devidos às autarquias com natureza de conselho quando não exista dispositivo em lei específica;
  • cobrança de multa por violação da ética;
  • valor das anuidades de R$ 500,00 para pessoais naturais, e de até seis vezes esse valor dependendo do capital social da pessoa jurídica (com variação de R$ 50 mil até R$ 2 milhões);
  • não haverá cobrança judicial, protesto de dívida ou comunicação aos órgãos de proteção ao crédito pelo não pagamento das anuidades;
  • a pessoa natural ou jurídica que atrasar o pagamento de multa por violação da ética ou de anuidade por prazo superior a dois anos ficará sujeita ao cancelamento da inscrição;
  • o percentual da arrecadação destinado aos conselhos regionais e ao conselho federal será regulado por legislação específica.

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Texto: Renato Alves (Assessor Parlamentar) e Manoel Castanho (Jornalista) - COFECON
Fotos: Manoel Castanho

 

Especial: Por que escolhi ser economista

cornucopiaO Conselho Federal de Economia inicia hoje uma série de cinco matérias nas quais profissionais economistas falam sobre a profissão. A cada dia será visto um aspecto diferente sob a ótica de quem escolheu fazer da Economia sua ocupação, seu dia-a-dia, sua paixão, seu caminho, sua missão. Abrindo a série, perguntamos a economistas de várias partes do Brasil por que eles escolheram esta profissão. As respostas deixam transparecer os desafios, mas também a satisfação com a escolha.

Confira o que responderam os economistas consultados:

"Em 1978 eu trabalha na Fundação INDUR, em Goiânia-GO, era datilógrafa. Eu datilografava os trabalhos da Equipe Técnica que eram os engenheiros, arquitetos, geógrafos, Economistas. Ficava apaixonada com as tabelas e os artigos que as economistas me passavam para fazer. Esses profissionais faziam uma História a partir de números. Me apaixonei e decidi prestar o Vestibular na Universidade Católica. Fiquei muito feliz quando passei. Foi como se eu tivesse chegado ao último degrau da minha escada da vida".
(Rosa de Fátima Almeida de Oliveira, presidente do CORECON-GO)

"Porque é uma profissão que nos capacita a atuar em diversas áreas com senso crítico e sensibilidade com as pessoas, dar o devido valor ao 'ser humano'. Precisamos pensar na nossa qualidade de vida com responsabilidade para com as futuras gerações".
(Claudiney Henrique Leal da Cunha, consultor, docente, presidente do CORECON-TO)

"Quando tinha 17 anos, observei em volta e quis entender mais a minha realidade. Perguntando sobre as diversas ciências, me identifiquei com as Ciências Econômicas. O curso permite ao estudante ter uma visão micro e macro da sociedade".
(Wilson Benício Siqueira, professor, presidente do CORECON-MG)

"Primeiro, porque o período em que entrei na faculdade era um período de crescimento acelerado do Brasil. Entrei na faculdade em 1974, que foi o ano em que o Brasil teve mais de 10% de crescimento. Em segundo lugar, influência de família, eu tinha um tio que era professor na USP, Getúlio Vargas, Mackenzie, tinha este exemplo da família. E terceiro, porque eu via o curso de economia como um curso que abria as portas para uma profissão que ainda não estava saturada como outras (engenharia, medicina e direito). A economia abriria oportunidades maiores".
(Luiz Alberto Machado, vice-diretor da Faculdade de Economia da FAAP, em São Paulo, ex-conselheiro federal)

"Na época, era muito jovem e, como possuía muita afinidade com a matemática, resolvi fazer economia, pois achava que minha destreza poderia ser potencializada agregando outras habilidades para fazer algo que me sentia bem: compreender o funcionamento das coisas. Nesse caso, da economia".
(Marcos Adolfo Ribeiro Ferrari, presidente do CORECON-ES)

"Porque na década de 1970, quando fiz vestibular, existia no Brasil um vasto campo de trabalho para o economista. Era uma profissão promissora, tanto na área pública quanto na área privada. O Brasil e o estado de Sergipe cresciam com a atuação dos economistas. Era fascinante o desempenho desses profissionais nos órgãos das administrações direta e indireta da União, Estados e Municípios. E no setor privado o economista desempenhava um excelente trabalho nas empresas".
(José Carlos Oliveira de Souza, presidente do CORECON-SE)

"Primeiro, porque gosto do curso. Tenho prazer com ele e isto satistaz. Preenche todos os pré-requisitos que sempre gostei, um pouco de matemática, um pouco de conhecimento amplo das coisas, o perfil de planejamento. Posso dizer que sempre trabalhei na profissão".
(Aurelino Levy Dias de Campos, técnico do IBGE e presidente do CORECON-MT)

 

Semana dos Economistas 2009 - Programação

cornucopiaA Semana dos Economistas de 2009, proposto pelo Conselho Regional de Economia 14ª Região Mato Grosso - CORECON/MT, pela Faculdade de Economia, Centro Acadêmico de Economia da UFMT – CAECO, com o apoio do Conselho Federal de Economia - COFECON e da Universidade Federal de Mato Grosso, visa dar continuidade ao fórum de discussão acerca de temas que envolvam aspectos econômicos, sociais, ambientais e políticos da nossa região, do país e do mundo. Trata-se de um espaço de reflexão interdisciplinar para profissionais, professores e estudantes das mais diversas áreas de conhecimento, capaz de propiciar e fomentar discussão fortalecendo os cursos de Ensino de Graduação e Pós-Graduação de Mato Grosso. Neste ano, também em conjunto com a Comissão do Direito da Mulher da Ordem dos Advogados do Brasil seccional de Mato Grosso para dar ênfase a importância da Mulher para superar a crise financeira mundial.

Mato Grosso vem se apresentando nos últimos anos como uma das Unidades da Federação que mais cresce no País. Com o PIB acima da média nacional, o Estado além de possuir um forte setor agropecuário e terciário conta também com uma elevada tendência à solidificar-se com o setor industrial.

Todo este crescimento tem sido imputado à desoneração do investimento, com a implantação de Programas de Incentivos Fiscais, à ousadia dos empreendedores e ao crescimento de mão-de-obra capacitada na região, que por sua vez tornou o Estado de Mato Grosso atrativo aos projetos.

A Crise Financeira Mundial com seus efeitos cascata acabou interferindo nas ações de planejamento de todos os países, e nos estados com economias exógenas. Assim, a Semana do Economista em 2009 pretende discutir os novos rumos da Economia Mato-Grossense, no intuito de subsidiar os novos Governos na escalada de investimentos necessários à continuidade do crescimento econômico, e traz também a importância especial da participação da mulher nas ações.


Programação


Dia 10 – Segunda
Feira
Local: OAB-MT
2ª Avenida Transversal, S/N, Cuiabá

19h00
Momento Cultural

19h20
Saudação do CORECON/MT e da Faculdade de Economia/UFMT à Comissão do Direito da Mulher da OAB/MT
                     
Painel
A importância da Mulher para superar a crise financeira mundial
Facilitadora: Cons. Denise Niederauer da Silveira
           
Palestrantes
Profª. Maria Dirlene Figueiredo (Conselho Federal de Economia)
Profª.  Dra. Sheila Cristina Ferreira Leite (FE- UFMT)
Profª.  Dra. Margarida Garcia de Figueiredo (FE-UFMT)

Dia 11 – Terça Feira
Local: Auditório da FAeCC-UFMT

18h00
Credenciamento
 
19h30
Presidente do CORECON-MT – Economista Aurelino Levy Dias de Campos

19h35
Presidente do Centro Acadêmico de Economia da UFMT – Acadêmico Jales Hornick Carvalho

20h00
Diretor da Faculdade de Economia da UFMT – Prof. Dr. Fernando Tadeu de Miranda Borges

20h15
Reitora da UFMT – Profª. Drª. Maria Lúcia Cavalli Neder

20h30
Palestra: Equilibrio Fiscal e Crescimento Econômico em Mato Grosso
Coordenador da Mesa: Economista Aurelino Levy Dias de Campos (CORECON-MT)

Palestrante
Dr. Vivaldo Lopes Dias – Secretário Adj. de Estado de Fazenda de MT 

21h30
Encerramento

22h00
Coquetel de Confraternização


Dia 12 – Quarta Feira
Local: Auditório da FAeCC-UFMT

18h00
Mini-Curso: Comece a investir na Bolsa de Valores
Coordenador da Mesa: Acadêmico Jales Hornick Carvalho (FE-UFMT)
Palestrante Prof. Luis Roberto Arruda – Diretor Operacional da XP Educação

19h30
Palestra: O olhar acadêmico sobre a Profissão de Economista
Palestrante: Acadêmico Samuel Elídio de Oliveira Maschio (FE-UFMT)

20h00
Palestra: Economia - uma Profissão de Sucesso
Palestrante: Economista Dr. Agripino Bonilha Filho
            
Coordenadores da Mesa
Prof. Msc. Gerson Rodrigues da Silva (FE-UFMT)
Acadêmico Jales Hornick Carvalho (FE-UFMT)

21h20
Debate

22h30
Encerramento


Dia 13 – Quinta Feira
FACULDADE DE ECONOMIA DA UFMT

19h00
Momento Cultural

19h30
Palestra: A Crise Econômica Mundial e os Reflexos no Agronegócio
Palestrante: Prof. Dr. Fernando Homem de Melo (FEA-USP)
Coordenador de Mesa: Prof. Dr. Fernando Tadeu de Miranda Borges (FE-UFMT)

21h20
Debate

22h30
Encerramento

PLENÁRIO DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO

20h30
Momento Cultural
Palestra: Mercado de Trabalho do Economista
Palestrante: Econ. Pepeu Garcia – COFECON
Palestrante: Dr. Guilherme Maluf – Deputado Estadual PSDB.

21h30
Coquetel

22h00
Encerramento

 


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