CORECON-MT

Sefaz e economistas iniciam formatação de convênio

O convênio que amplia as atribuições disponíveis aos economistas e administradores junto à Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) começou a ser debatido na última semana. Em reunião com os dirigentes do Conselho Regional de Economia (CORECON-MT), o secretário de Fazenda, Eder Moraes, afirmou que a ação é um reconhecimento aos profissionais e uma facilitação ao contribuinte. “O convênio irá definir as especificidades de cada carreira conforme sua atuação, respeitada cada legislação específica”.

Para o presidente do CORECON, Aurelino Levy, a atitude da Sefaz atende a uma reivindicação antiga da categoria que beneficia cerca de três mil economistas. “O convênio a ser celebrado autoriza o profissional economista a fazer serviços junto à Secretaria de Fazenda, que não são de uso exclusivo do contabilista. Todas as atribuições a ele garantidas por lei não serão alteradas”, explicou.

A expectativa é que em aproximadamente 30 dias o convênio esteja concluído para assinatura. “Este é um novo mercado de trabalho que se abre. O processo tecnológico está acontecendo rapidamente dentro do Fisco, e nós já estamos nos preparando para acompanhar e orientar o contribuinte neste avanço”, comentou o Presidente Aurelino Levy.

Segundo o consultor econômico da Sefaz, Vivaldo Lopes, o que será feito na prática é um cadastramento junto ao Fisco dos economistas e administradores de empresas. “É uma forma de fortalecer estas duas categorias e aproximar a Secretaria da sociedade, das carreiras profissionais”, explicou.

O encontro da última semana teve ainda como tema a Semana do Economista. O evento está previsto para ser realizada de 10 a 13 de agosto na Faculdade de Economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Participaram ainda da reunião o vice-presidente do Corecon, Reginaldo Conceição Amorim, e os Conselheiros Efetivos Moacy Lopes Suares, Denise Niederauer e Oscemário Forte Daltro.
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Fonte: 24 Horas News

 

TCU nega suspensão de licitação das novas carteiras profissionais

carteiraO Tribunal de Contas da União (TCU), em decisão encaminhada no dia 06 de julho, negou uma medida cautelar que suspendesse o Pregão Presencial 001/2009 – que licitou as novas carteiras profissionais de Economista. O pedido havia sido feito sob a alegação de que a licitação era direcionada – o que o TCU comprovou que não ocorreu.

O pregão presencial foi anunciado pelo COFECON em edital publicado no dia 16 de junho, marcado para as 10 horas do dia 29. As empresas interessadas apresentaram seus questionamentos ao COFECON, os quais foram devidamente respondidos.

Uma delas, entretanto – a American Banknote – requereu junto ao Tribunal de Contas da União que o pregão fosse suspenso, alegando que a licitação estava direcionada. O COFECON prontamente apresentou sua defesa junto ao TCU, demonstrando que todos os questionamentos foram respondidos e que não havia direcionamento no edital.

“O suposto direcionamento da licitação, indício de irregularidade mais grave (...) não se confirmou. A empresa vencedora do certame foi justamente a que denunciou o suposto direcionamento”, afirma a decisão do TCU, que também rebateu outras alegações.

A decisão do Tribunal de Contas constitui uma vitória da categoria, permitindo agilizar o processo de produção das novas carteiras, que em breve estarão disponíveis para os economistas.

 

Curso: Aplicações da Matemática Financeira com uso de HP12C e Excel

LOCAL DAS AULAS: Auditório do CORECON – Conselho Regional de Economia de MT
INÍCIO DAS AULAS: 06 de julho de 2009 TÉRMINO DAS AULAS: 10 de julho de 2009
INVESTIMENTO: R$ 200,00 por vaga. Preço especial para Economistas adimplentes: R$ 150,00

SISTEMA DE AULA: 2ª a 6ª-feira - 18:00 às 22:00 h
CARGA HORÁRIA DO CURSO: 20 h/aula

CONSIDERAÇÕES
Cada aula será dedicada à explanação e discussão do tópico programado para cada sessão, apresentando de forma expositiva e através de dinâmicas e trabalhos individuais, e em grupos, aplicações práticas em forma de exercícios e exemplos pontuais. Serão utilizados: uma apostila elaborada com os conteúdos específicos e os programas computacionais Excel 2003/2007 e da calculadora HP 12c material disponibilizado em CD.

OBJETIVOS DO CURSO

  • Trabalhar, abrangente e introdutoriamente, as técnicas de cálculo de juros simples e compostos;
  • Conhecimento sobre as técnicas para cálculo de prestações;
  • Preparar para o controle de planilhas simples de amortização pelos sistemas Francês e de Amortizações
    Constantes.

PUBLICO ALVO
Profissionais de todas as áreas que pretendem atualizar e aprimorar suas competências na área financeira.

CURSO MINISTRADO PELO PROF ESP GEONIR PAULO SCHNORR
Licenciado em Matemática e pós-graduado com defesas de trabalhos em área afim à Estatística

CONTEUDO PROGRAMATICO

CONCEITOS BÁSICOS DE MATEMÁTICA FINANCEIRA
Primeiramente serão trabalhados os conceitos de juros, razão, proporção e porcentagem, além de outros aspectos fundamentais.

DESCONTO SIMPLES
Será focalizado o Desconto Comercial Simples, pois é o utilizado na prática de mercado. O Desconto Racional será tratado para composição da taxa efetiva de juros.

JUROS SIMPLES
Técnicas de cálculo mais utilizadas. Utilização da equação J = C.i.n. Comandos %, %T e % da HP 12c.
Cálculo de Prestações e Controle de Financiamentos

RENDAS CERTAS
Propriedades e utilização prática do cálculo das prestações através do comando PMT da HP 12 c e das funções PGTO, TAXA e NPER. Mensurações sobre o fator ani e construção e utilização da tabela de fatores.

JUROS COMPOSTOS
Número índice e fator de acumulação. Utilização da equação M = C.(1+i)n. Comandos i, n, PV e FV da HP 12c.
Funções financeiras do Excel.

EQUIVALÊNCIA DE CAPITAIS
Demonstração de operações que requerem cálculo de equivalência.

GRÁFICOS FINANCEIROS
Será debatido didaticamente como é o comportamento dos montantes a juros simples e a juros compostos através de um gráfico de linhas justapostas. Neste momento será apresentado o método da interpolação linear do juro composto.

SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO
Tabela PRICE e SAC. Cálculo do saldo devedor , dos juros e da amortização a cada período.
NÃO SERÁ NECESSÁRIO CALCULADORA HP, FORNECEREMOS UM PROGRAMA DE INSTALAÇÃO PARA COMPUTADOR.

INSCRIÇÕES ABERTAS

Realização: ICAP – Instituto de Pós Graduação

Coordenadora: Profª Ms Cleodenise Bernardes – Fones: 8116-9633 e 3641-5347 - ICAP
Promotores de vendas– Mario Lucio 3644-1607 (CORECON período vespertino)
Todos os cursos de capacitação são regulamentados pelas Resoluções nº 01/2001 e nº 01/2007 do CNE/CES, que fixa as normas para a validade dos certificados dos cursos de capacitação.

 

Evento: VIII Encontro da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica

 A cidade de Cuiabá recebe, nos dias 05 a 07 de agosto, o VIII Encontro da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (ECOECO). O local é o Hotel Fazenda Mato Grosso (R. Antônio Dorileo, 1100, bairro Coxipó). O evento ocorre de dois em dois anos e discute temas ligados ao meio ambiente, desenvolvimento sustentável e outras áreas semelhantes no contexto da economia.

As inscrições para o evento podem ser feitas no site custam R$ 100 para estudantes (sócios pagam R$ 50) e R$ 200 para profissionais (sócios pagam R$ 100) até o dia 10 de julho; a partir desta data, custará R$ 140 para estudantes (R$ 90 para sócios) e R$ 280 para profissionais (R$ 160 para sócios).

A ECOECO

A Sociedade Brasileira de Economia Ecológica foi fundada em 1994, retomando as discussões iniciadas na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente (Eco-92). A entidade nasceu como seção regional da International Society for Ecological Economics, criada em 1982. Tem sede na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e conta com um núcleo regional em cada uma das cinco regiões do Brasil.

O encontro em Cuiabá será o oitavo promovido pela Ecoeco. Os anteriores ocorreram em Campinas (1996), São Paulo (1997), Recife (1999), Belém (2001), Caxias do Sul (2003), Brasília (2005) e Fortaleza (2007).

O VIII Encontro

O VIII Encontro está relacionado com a aplicação da Economia Ecológica para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, para contribuir no debate sobre a conservação do capital natural no contexto das políticas públicas em andamento na região.

O evento será constituído por sessões de apresentação de trabalhos, mesa de abertura, mesas redondas, workshop, mini-cursos e assembléia dos sócios da ECOECO.

Programação

Quarta-feira, 05 de agosto

08:00 a 10:00 - Inscrições e mini-cursos 1 e 2
10:00 a 12:00 - Mesa Redonda 1
14:00 a 17:00 - Apresentação de trabalhos - A, B e C
17:00 a 18:30 - Mesa Redonda 2
19:00 - Mesa de abertura e coquetel

Quinta-feira, 05 de agosto

08:00 a 10:00 - Mini-cursos 3 e 4
10:00 a 12:00 - Mesa Redonda 3
14:00 a 17:00 - Apresentação de trabalhos - D, E e F
17:00 a 18:30 - Mesa Redonda 4 e 5
19:00 - Assembleia dos sócios e jantar por adesão

Sexta-feira, 05 de agosto

08:00 a 10:00 - Mini-cursos 5 e 6
10:00 a 12:00 - Workshop sobre as ONGs aplicando a economia
14:00 a 17:00 - Apresentação de trabalhos - G e H

Temas da programação

1. Sessões de apresentação de trabalhos
A) Políticas Públicas de Desenvolvimento para a Amazônia
B) Instrumentos Econômicos para a Conservação da Biodiversidade
C) Agricultura e Meio Ambiente (biocombustíveis, expansão das commodities e alternativas agro-ecológicas)
D) Valoração Ambiental
E) Teoria Econômica e Meio Ambiente
F) Políticas Públicas para o Desenvolvimento Sustentável
G) Instrumentos para a Gestão Ambiental e Políticas de Desenvolvimento Sustentável
H) Mudanças Climáticas, Relações Internacionais e Meio Ambiente

2. Mesa de Abertura
A economia Ecológica e os Modelos de Desenvolvimento de Longo Prazo (Joan Martinez-Alier, Ademar Romeiro, Joshua Farley e Maurício Amazonas)

3. Mesas Redondas
1. Indicadores de Crescimento/ Desenvolvimento Econômico: PIB, PIB verde, medidas bem-estar, etc ( convidado BNDES + convidado IPEA)
2. Impactos das Políticas Públicas de Desenvolvimento para a Amazônia.
(IRSA, PAC, PROAMBIENTE, Mineração e Energia)
3. Questões Socioambientais dos Biocombustíveis
4. Serviços Macro-sistêmicos da Amazônia Brasileira (biodiversidade na Amazonia e regulação climática/regime hídrico): Visão sob a Ótica da Escala
da Economia Ecológica
5. Mudanças Climáticas e Mecanismos de Redução do Desmatamento na Amazônia (REDD)

4. Workshop
Estudos de caso do Civil Society Engagement with Ecological Economics
(CEECEC) no Brasil: ONGs aplicando a economia ecológica.

5. Minicursos
1. Curso Introdutório: a História do Pensamento Econômico-Ecológico em Contraponto com a Economia Ambiental
2. Introdução à Modelagem para Valoração dos Serviços Ambientais
3. Indicadores Ambientais para Gestão Ambiental Municipal
4. Comércio e Meio Ambiente: o Papel da Regulamentação
5. Aplicabilidade das Ferramentas para Valoração e Pagamento por Serviços Ambientais
6. Direito Ambiental

6. Assembléia dos Sócios da ECOECO
Momento do Encontro em que os associados discutem abertamente os rumos da Economia Ecológica e da Sociedade traçam seus planos e tomam as deliberações necessárias e, em particular, elegem seus dirigentes para o biênio seguinte.

 


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